RecreioSeguro
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

dicas - segurança

video: dicas - segurança

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

inovação

Nem sempre é fácil inovar, apesar de muitas boas ideias que se possam ter de momento ou a médio-longo prazo.

Muitas vezes também, a própria conjectura económica nem sempre é fácil de vencer, a avaliar pelo número de empresas que abrem e fecham neste ano.A área de inspecções de parques infantis, espaços de lazer e recreio é uma delas, a avaliar pela realidade do tratamento a que estão sujeitos e à sua forma de funcionamento e manutenção.

Porém, há uma certeza que é inadiável, nesta desenvolvimento social, a avaliar pelo investimento das autarquias nas áreas de espaços de recreio e lazer públicos, a última onda em termos de marketing público: sem auditorias e inspecções independentes vai continuar o sistema de menosprezo pela segurança pública, designadamente das crianças que brincam nos parques infantis, tal é o estado de algumas instalações como temos mostrado aqui.

E valha a verdade, não será apenas pelos parques infantis e espaços de recreio mais velhos, uma vez que os mais novos padecem de igual ou piores falhas na sua utilização, entre as quais se situa a principal e que as autarquias esquecem: os espaços públicos são para pessoas e como tal, a animação terá de ser efectuada por pessoas. De que serve um parque, todo o investimento efectuado, se estiver fechado para o seu público o disfrutar da melhor maneira?

sábado, 26 de janeiro de 2008

decisão é gestão

Num recente relatório de uma inspecção de rotina a um parque infantil no interior do país, verificava-se a inexistência de seguro de responsabilidade civil por danos corporais causados aos utilizadores, entre outras anomalias funcionais.

O que está aqui em causa e de gravidade, nem sequer se trata das demais desfuncionalidades de espaço e de equipamentos, mas tão somente de um risco que sendo normal para as crianças, é perfeitamente previsível e sem a devida cautela, em termos de saúde, cuja expressão mais grave é a para ou tetraplegia. E aqui não há contemplações, nem desculpabilização à portuguesa, de que "poderia ter sido pior".

A capacidade de decisão em termos de bem público, é essa de evitar males maiores e evitar males danosos para as crianças quanto à utilização dos espaços de lazer e recreio ou parques infantis, parques de aventura, parques desportivos ou outros similares para ocupação dos tempos livres ou de férias.Relativamente a seguros de risco com coberturas abrangentes, será de evitar o seu cancelamento ou inexistência, a favor do bem comum, já que o gestor público não está a assumir a responsabilidade pelos seus bens ou de sua família, mas a de todos os utilizadores do bem público e não há seguro que devolva ou valha a vida de uma pessoa.

É com estranheza que se nota que uma vez identificado um parque quase em ruínas, uma autarquia se limite a fazer reparações tipo "lifting" ou "pilling", deixando as mazelas maiores para os utilizadores se encarregarem delas:a quem serve este tipo de actuação? o bem público? o bem de todos?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

códigos de silêncio

Temos ficado extasiados com o nível de interesse dos responsáveis do estado por estas situações e estes problemas da fiscalização e inspecção de parques infantis e estruturas desportivas, de lazer e animação.

O que mais nos fascina é o grau de cuidado em responder eficazmente às solicitações e a capacidade de resposta aos e-mails nesta era digital, dos planos tecnológicos e boda aos pobres efectuada pelo governo português.

Haverá quem responda a e-mails no Instituto de Desporto?

Pois continuamos a viver nesta alegre ditadura democrática, manda quem está no poder, manda quem está nos organismos públicos, manda que está nas autarquias...mandam todos menos o cidadão e a força económica deste Portugal desafortunado, entregue a si próprio e aos que vierem depois.

É triste mas é verdade: o Instituto do Desporto reprovou na prova da era digital! O que estão aí a fazer no poleiro se nem para digitar uma breve resposta de "sim" ou "não" conseguem?

Ao menos coloquem no vosso site uma placa "fechado para obras" ou reestruturação e toda a gente percebe! Lamentável mas de que nos queixamos?

Só temos o que merecemos e bem à nossa medida!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

país de brincadeira

Sem evidenciar qualquer alarmismo nestas coisas, somos naturalmente confrontados com a admiração de como não há mais acidentes com crianças em parques infantis, que mesmo depois de detectadas as anomalias, as próprias entidades gestoras se remetem em delonga para reparar, fazer cumprir o plano de manutenção, perdendo inclusive a garantia dada pelos fabricantes ou representantes.

adultos a brincar

video: adultos a brincar

responsabilidades

Pouco habituados a que se apresentem novas soluções de serviços inovadores que acrescentem mais valias reais, é corrrespondente a habitual confusão de papéis e trabalhos efectuados, sobretudo no que trata do bem público.Sem haver qualquer intenção de paladinos da justiça nas afirmações ou na postura, as inspecções, auditorias ou peritagens são meios de aferição da legalidade e correspondência da segurança de um equipamento infantil de diversão, de um equipamento sénior ou equipamento de aventura ou aquático, bem como todos aqueles de desporto por onde passam e cohabitam crianças, jovens e adultos.A independência que se requer é aquela a que não estamos habituados na cultura portuguesa de deixar cair em esquecimento ou inspeccionar o que a mesma empresa faz, executa e supervisiona...A falta de rigor, exigência de qualidade para o tratamento da res publica ainda é dominante nas obras públicas, e perpassa para outras áreas colaterais, relacionadas ou afins.

brincadeiras

video: brincadeiras

anti-cidadania

Sabemos que é difícil a gestão de recintos de lazer e recreio públicos, uma vez que a desordenação dos espaços e equipamentos é assustadora na cidade de Lisboa.

Dá para entender como é que se pode colocar uma prancheta de aviso sobre um espaço que não tem delimitações, os equipamentos continuam ali a desafiar os petizes para ultrapassarem o risco e à mercê de quantos não passam diante do referido aviso?

cordas - redes

Sem ser preciso grande aparato de instrumentos de precisão nem bitolas de teste, percebe-se em que estado muitas das vezes se encontra o equipamento de cordas.
A simples verificação visual impele a que tal equipamento seja indicado para reparação e manutenção, bem como advertir os responsáveis para a sua inclusão imediata na excução e colocação dos paineis de avisos.
Mas mais grave que os terminais dos equipamentos de cordas e malhas de cordas, como o aqui exposto, são os desfilamentos dos cabos de aço, uma arma perfeita apontada aos membros das crianças e à visão.

parque infantil em risco

Pelas fotos expostas, pudemos perceber o risco que as crianças correm neste micro parque infantil da Praia da Rocha - Algarve. Para além dos aspectos que já falámos no que toca à responsabilidade civil e às condições de operacionalidade com o balancé, este pequeno escorrega deixava também muito a desejar quanto à inexistência de uma única plataforma de escorrega, quanto à abertura entre as tábuas. A valer um entalão nos dedos ou que alguma peça de roupa fique presa em algum lugar para estrangular a criança? Mais acresce que este equipamento permite o acesso a crianças com menos de 3 anos e não tem protecções na plataforma de entrada, por forma a evitar a sua potencial saída sem ser pelo escorrega; esquecendo a plataforma de desaceleração inexistente e que a criança cai directamente no piso de cimento, sem qualquer amortecimento na queda, imaginemos o que acontece se alguma criança decide sair de cabeça... Como a responsabilidade é dos pais, está tudo resolvido, não será?

A ver vamos, como dizia o cego!

registo de anomalias

Aparentemente, um parque infantil exemplar da Câmara Municipal de Lisboa, antigo, recuperado, ali no Monsanto, mais concretamente na Serafina: pintado, boa disposição dos equipamentos, integrado paisagisticamente, com amplo espaço em volta e bons acessos. Isto é o que vista nos oferece ao nosso entendimento de simples utilizadores sem grandes conhecimentos da lei e do que a ela obriga ao proprietário e ao explorador dos espaços, sem nos apercebermos dos perigos que ali correm as nossas crianças. Esta situação é logo intermediada por 2 avisos, como se um já não fosse demais totalmente ao arrepio da lei, um colocado próximo do parque rosa e outro mais afastado, de que a Câmara não assume qualquer responsabilidade pelo que ali sucede, como se os utilizadores é que tivessem a responsabilidade de disponibilizar os equipamentos mais adequados para as crianças e com a segurança adequada às idades de frequência dos equipamentos.

alerta - parque aventura

O alerta aqui deixado para quem tem a responsabilidade deste parque de lazer, ali situado no Monsanto, junto à Serafina, que será o Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Lisboa. O facto constatado no passado fim de semana, com crianças com menos de 6 anos, sem a vigilância dos pais ou monitores, a fazerem o percurso de cordas a cerca de 3 metros de altura sem qualquer protecção ou segurança. E quando as coisas apertam, há uma escada de segurança, trazida pelos guardas florestais. Do melhor e em Portugal!

Responsabilidade - Parques infantis

Anúncios como este são sobejamente conhecidos e não raro, contra a própria lei portuguesa.
Sem qualquer identificação da entidade responsável pelo Parque Infantil na Praia da Rocha, junto a um centro comercial. Para além desta incongruência com um local turístico tão visitado por turistas estrangeiros e nacionais, tudo espanta pois não há qualquer identificação publicitada de outras informações de relevo previstas na lei, como o número de emergência, bombeiros, hospital, capacidade máxima dos equipamentos, etc, etc, etc.
Este regulamento é para ilidir responsabilidades? E em caso de acidente com uma criança portuguesa ou estrangeira, de quem é a responsabilidade? A responsabilidade sobre as crianças é dos pais, mas de quem é a responsabilidade deste parque infantil em tão mísero estado, paupérrimo e em evidente estado de abandono? O que faz a autarquia neste caso?
De bom tom e à boa maneira portuguesa, então veremos...e o contribuinte é que há-de pagar as indemnizações, seguramente!

danos - seguros

Em plena zona turística da Praia da Rocha, um parque infantil era um pleno resistente às obras de remodelação da rua e continuava a apresentar um estado lamentável de conservação e manutenção.
Como se poderá observar pela imagem anexa neste blog, o balancé mostra o estado deplorável, pois uma criança nem sequer tem possibilidade de apoiar as mãos e a base de apoio é um buraco no cimento.
Enfim, de quem é a responsabilidade deste parque infantil? Ninguém sabe...talvez algum empreendedor mais ousado com gosto para dar um espaço de lazer para as crianças.

image: danos - seguros

Lazer - Parques infantis

Os parques infantis pululam por todo o país, em toda a parte e em espaços que deveriam proporcionar o prazer a qualquer criança e a segurança pretendida pelos pais.

Nem sempre é assim e sobejas vezes, na nossa cultura de complacência e bonomia lusitana, os acidentes ficam-se pela simples cura do mal, sem a correspondente responsabilização.Mais grave que isto, é a eleitoralite aguda de municípios que adquirem os equipamentos, sem qualquer apreciação das Juntas de freguesia e os entregam à sua responsabilidade de cuidado e manutenção.

No actual estado de falência e compromissos financeiros que tomaram de assalto as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, o poder local com a corda na garganta e sem capacidade efectiva de tesouraria, deixa de efectuar a manutenção ou fá-la de forma deficiente.

Contribuir para alterar este estado de coisas é o principal objectivo deste blog, mostrando e denunciando situações ímpares no reino do caciquismo do poder autárquico e alertando os cidadãos para os paradoxos do que deveriam ser espaços seguros para as nossas crianças brincarem: nem sempre o são e a questão fundamental permanece na evidência dos factos, perguntamo-nos afinal para onde vão os nossos impostos...

Sendo independentes e isentos de qualquer interesse económico e financeiro no que respeita aos fornecedores de equipamentos de lazer, questionamo-nos ainda sobre os critérios que conduziram a certas opções tomadas pelas Autarquias na escolha e selecção daqueles para os locais e em circunstâncias nem sempre são as mais transparentes: o preço nem sempre é a melhor solução e como diz o povo, "o barato sai caro".

Mas afinal, quem tem ganho com este negócio que muitas vezes coloca em causa a segurança das crianças em Portugal?A jeito de conclusão, "rir é melhor que chorar" mas anda aí muita gente a rir à custa de todos nós e os que choram nem sempre se vêm ressarcidos do mal causado nem da perda de um ente querido e quantas vezes serão necessário existirem acidentes para que o Estado se comporte como pessoa de bem?
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