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quinta-feira, 6 de março de 2008

Parques séniores

Apontamos aqui algumas observações quanto à forma como são implementados os parques séniores, muitos dos quais sem protecção ou sem circunscição delimitativa.

Acontece também que poor falta de informação, os mesmos são usados por mais do que apenas adultos, são crianças e jovens que os usam, pois estão ali, à mão de semear.

O que acontece, porém, é que muitas destas pessoas utilizadoras, menores, não são vigiados no acesso a estes parques séniores e o que se prevê é o acidente a acontecer em qualquer momento.

Qual é o mal? É que por mais brincadeiras que se façam, certamente que não é o conteúdo que está em causa, mas tão somente a forma, pois sem barreiras que impeçam o seu acesso a crianças e sem livro de registo de incidentes, o repsonsável é sempre o gestor do parque: a câmara ou a junta de freguesia.

Esta realidade foi para nós uma surpresa em Portimão, uma vez que deve haver por ali, per capita, o maior número de parques séniores dispersos pela cidade. Com uma utilização diminuta por esta faixa etária, são os mais novos que aproveitam estes equipamentos, sendo porém uma responsabilidade da autarquia a sua protecção e o evitar de acidentes.

sábado, 26 de janeiro de 2008

decisão é gestão

Num recente relatório de uma inspecção de rotina a um parque infantil no interior do país, verificava-se a inexistência de seguro de responsabilidade civil por danos corporais causados aos utilizadores, entre outras anomalias funcionais.

O que está aqui em causa e de gravidade, nem sequer se trata das demais desfuncionalidades de espaço e de equipamentos, mas tão somente de um risco que sendo normal para as crianças, é perfeitamente previsível e sem a devida cautela, em termos de saúde, cuja expressão mais grave é a para ou tetraplegia. E aqui não há contemplações, nem desculpabilização à portuguesa, de que "poderia ter sido pior".

A capacidade de decisão em termos de bem público, é essa de evitar males maiores e evitar males danosos para as crianças quanto à utilização dos espaços de lazer e recreio ou parques infantis, parques de aventura, parques desportivos ou outros similares para ocupação dos tempos livres ou de férias.Relativamente a seguros de risco com coberturas abrangentes, será de evitar o seu cancelamento ou inexistência, a favor do bem comum, já que o gestor público não está a assumir a responsabilidade pelos seus bens ou de sua família, mas a de todos os utilizadores do bem público e não há seguro que devolva ou valha a vida de uma pessoa.

É com estranheza que se nota que uma vez identificado um parque quase em ruínas, uma autarquia se limite a fazer reparações tipo "lifting" ou "pilling", deixando as mazelas maiores para os utilizadores se encarregarem delas:a quem serve este tipo de actuação? o bem público? o bem de todos?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Rachou!

Esta é mais uma situação em que nos deparamos com algo inusitado pela sua evidência: a plataforma de um equipamento multifunções está empenada, sucumbiu ao peso das crianças ou jovens frequentadores do parque e a trave de suporte rachou.Este equipamento dos arredores de Lisboa, estava totalmente desprovido de manutenção e a necessitar urgentemente de reparação.
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